Em março de 2026, o Brasil promulgou o Decreto Legislativo deixando mais fácil exportar para a Europa, que formaliza o Acordo Provisório de Comércio entre o Mercosul e a União Europeia. O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional e representa um dos movimentos mais significativos do comércio exterior brasileiro nas últimas décadas, abrindo acesso preferencial a um mercado de aproximadamente 720 milhões de consumidores distribuídos pelos 27 países do bloco europeu.
Os setores com maior potencial de crescimento imediato são aqueles movimentados por pequenos e médios produtores brasileiros: calçados, joias de ouro e prata, óculos de sol, artigos manufaturados em geral e produtos químicos de consumo. Levantamento da ApexBrasil aponta que a União Europeia importa anualmente cerca de US$ 43,9 bilhões desses segmentos. O Brasil, hoje, responde por apenas US$ 1,1 bilhão desse volume, o que indica uma margem expressiva de crescimento para exportar para a Europa nos próximos anos.
A redução de tarifas prevista no acordo ocorre de forma gradual e varia conforme o setor. Em paralelo, a consolidação da DUIMP como modelo padrão de operação aduaneira no Brasil, efetivada em 2026, reduziu parte da complexidade burocrática que historicamente afastava empresas menores das operações de comércio exterior. O cenário atual combina abertura de mercado com simplificação de processos, criando condições mais favoráveis para quem deseja exportar para a Europa pela primeira vez.
A logística internacional é o elo que conecta o produto brasileiro ao consumidor europeu. Rotas, documentação exigida por cada país de destino, prazos reais de entrega e rastreabilidade são fatores que determinam o sucesso de uma operação de envio internacional. A escolha do operador logístico, portanto, deixa de ser uma decisão operacional secundária e passa a ser parte central da estratégia de quem pretende competir no mercado europeu com consistência e previsibilidade.
O acordo Mercosul-UE ainda não tem data de implementação plena definida, com as reduções tarifárias sendo aplicadas de forma progressiva por setor. No entanto, sua promulgação já gerou impacto direto no posicionamento do Brasil como fornecedor internacional, atraindo atenção de compradores europeus para produtos manufaturados brasileiros. Para empresas que já produzem com qualidade e buscam novos mercados, o momento representa uma janela concreta de expansão, com respaldo regulatório e demanda internacional em crescimento.
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